O que Senador Salgado Filho compra de outros países
Importações das empresas da cidade, por produto e por país de origem, com os números oficiais do governo.
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas de Senador Salgado Filho compraram US$ 19,9 mil de outros países. É 56% a menos do que nos 12 meses anteriores, quando foram US$ 45,3 mil.
Dados oficiais do governo até setembro de 2026. Os meses mais recentes ainda podem ser revistos, e a fonte pode ter atraso ou erro.
Entre as 286 cidades de Rio Grande do Sul que importaram, Senador Salgado Filho ficou em 259º lugar. No Brasil, em 2.229º entre 2.567.
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Nos últimos 12 meses. Toque em um produto para ver de onde ele vem.
- 1Sangue humano; sangue animal preparado para usos terapêuticos…US$ 12,9 mil65%
- 2Chá, mesmo aromatizado10 toneladasUS$ 7.00035%
Todos os países (2)
Nos últimos 12 meses. Toque em um país para ver o que vem de lá.
Mês a mês
Valor comprado em cada um dos últimos 24 meses. Passe o dedo ou o mouse numa barra para ver o mês.
Ano a ano
- 2023US$ 34,1 mil
- 2025US$ 58,1 mil
- 2026 (até setembro)US$ 7.000
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.
Perguntas sobre as importações de Senador Salgado Filho
Quanto Senador Salgado Filho importa?
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas com endereço fiscal em Senador Salgado Filho (RS) compraram US$ 19,9 mil de outros países: 2 produtos, de 2 países.
O que Senador Salgado Filho mais importa?
Nos últimos 12 meses, os produtos mais comprados foram Sangue humano; sangue animal preparado para usos terapêuticos… (65%), Chá, mesmo aromatizado (35%).
De quais países Senador Salgado Filho mais importa?
Nos últimos 12 meses, as principais origens foram Turquia (65%), Argentina (35%).
Por que esse valor pode ser diferente do que a cidade consome?
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.
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